No reflexo dos teus olhos eu vejo o mar
Nos teus lábios rosados deixo o tempo parar,
Mas sincero enfim, busco a ti ao seu olhar
Como uma criança a sorrir, ao encontar o seu pai
E busco esse mar pra me afogar
e busco esse mar sem o medo de errar
Vejo você passar por aqui, mas nem se quer olha pra mim
Você diz que eu errei, mas todos erramos uma vez,
Mas se olhares em meus olhos outra vez
Verá que não terá medo de mergulhar...
Nesse mar que busco me afogar
Nesse mar sem medo de errar.
15 de mar. de 2010
14 de jan. de 2010
Por você, Pra você... Por nós, pra nós!
As minhas memórias não trazem nada de bom que eu tenha feito por você...
Ou não? Fiz algumas coisas que tenho certeza que ficaram sempre em sua memória...
Sei que errei, sei que não caminhei o caminho que promete traçar ao seu lado...
Sei que essa não e a primeira vez que erro, ou que faço besteira, mas o que posso fazer além de sentar na beira da nossa cama e chorar pelo seu choro?
Nem tudo tem resposta como queremos... Nem sempre sai como pensávamos que sairia... Nem sempre falo o que é pra ser escutando... Mas...
Não negue que tivemos momentos memoráveis, vimos o sol se esconder... Vimos coisas q ninguém nunca viu, pois só olhamos quando enxergávamos juntos...
Sei que errei, mas sei que proporcionei muitas coisas boas...
Isso não basta pra mudar tudo... Eu sei que preciso fazer mais pra mudar as coisas, i farei afinal você merece... Meu coração chora tanto quanto o seu...
Mais falarei... Gritarei...
EU TE AMO!!
Ou não? Fiz algumas coisas que tenho certeza que ficaram sempre em sua memória...
Sei que errei, sei que não caminhei o caminho que promete traçar ao seu lado...
Sei que essa não e a primeira vez que erro, ou que faço besteira, mas o que posso fazer além de sentar na beira da nossa cama e chorar pelo seu choro?
Nem tudo tem resposta como queremos... Nem sempre sai como pensávamos que sairia... Nem sempre falo o que é pra ser escutando... Mas...
Não negue que tivemos momentos memoráveis, vimos o sol se esconder... Vimos coisas q ninguém nunca viu, pois só olhamos quando enxergávamos juntos...
Sei que errei, mas sei que proporcionei muitas coisas boas...
Isso não basta pra mudar tudo... Eu sei que preciso fazer mais pra mudar as coisas, i farei afinal você merece... Meu coração chora tanto quanto o seu...
Mais falarei... Gritarei...
EU TE AMO!!
29 de dez. de 2009
16 de dez. de 2009
Viver Pra Sempre?...
Queria viver eternamente ao lado dela
Mas no dia que ela morreu a morte lhe deu adeus
E ele viveu sozinhu pra sempre...
Mas no dia que ela morreu a morte lhe deu adeus
E ele viveu sozinhu pra sempre...
10 de dez. de 2009
FIQUE...

Fique à-vontade
Sinta a vontade de ficar
Mas se quiseres ir...
O que posso fazer?
Fique à-vontade
Quem sabe aqui é o seu lugar
Fique ao meu lado
Apague seus antigos romances
Escreva uma nova historia ao meu lado
Escute o que eu digo...
Com os outros quebraste a cara,
Mas tem medo...medo de assumir...
O seu coração já foi meu...
Espero que um dia mude...
Sobre o que achas de mim
Sou apenas um cara que toca violão
Que canta afinado pros teus ouvidos
Desafinado quando seu olhar cruza o meu...
Mas eu ainda mudarei o seu ponto de vista
Eu sentarei e jantarei a sua mesa...
A nossa mesa...
Enquanto os nossos filhos correm ao redor
Hoje pode virar pra mim e falar...
Isso nunca vai acontecer!
Mas irá
E mudará tudo o que senti por mim!
Texto inspirado em dois amigos...
1 de dez. de 2009
It's the only thing!!!
Eu enfio os dedos em meus olhos
Única forma de fazer a dor passar
Passo a mão por cima de sua fotografia
Mas é só uma fotografia
Ontem eu conheci uma menina que vivia seu mundo
Um mundo quebrado pelo ódio de seu amor
Ela chora deitada no chão
O seu mundo parte em dois
O teto cai em cima de suas lembranças
Não há mais nada pra fazer você mudar
O assassinato do meu coração foi premeditado
O seu controle e inteligível
O ódio escore junto com sua lagrimas
O amor floresce no jardim do seu terraço
Tanto ilusão, tantos mau-tratos foram esquecidos
Mas agora já e tarde demais pra mim...
Perolas preciosa não vale mais que eu
O meu amor não cabe em seu coração
Meu ódio já não e controlável
Eu enfio os dedos em meus olhos
Única forma de fazer a dor passar
Passo a mão por cima de sua fotografia
Mas é só uma fotografia
Única forma de fazer a dor passar
Passo a mão por cima de sua fotografia
Mas é só uma fotografia
Ontem eu conheci uma menina que vivia seu mundo
Um mundo quebrado pelo ódio de seu amor
Ela chora deitada no chão
O seu mundo parte em dois
O teto cai em cima de suas lembranças
Não há mais nada pra fazer você mudar
O assassinato do meu coração foi premeditado
O seu controle e inteligível
O ódio escore junto com sua lagrimas
O amor floresce no jardim do seu terraço
Tanto ilusão, tantos mau-tratos foram esquecidos
Mas agora já e tarde demais pra mim...
Perolas preciosa não vale mais que eu
O meu amor não cabe em seu coração
Meu ódio já não e controlável
Eu enfio os dedos em meus olhos
Única forma de fazer a dor passar
Passo a mão por cima de sua fotografia
Mas é só uma fotografia
14 de nov. de 2009
Um pouco sobre o mundo das mulheres!
Recebi esse texto em um e-mail, axei muito bom!! Espero que gostem!!
O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:
"Nunca, nunca sente em um banheiro público"
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.
Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ....
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu....! O rolo está vazio...! (sempre)
Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com o bumbum à mostra!
Nesse momento, você vê o teu "carinha" que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?"
pergunta ele.
Você se limita a responder
"A fila estava enorme"
E esta é a razão porque as mulheres vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:
"Nunca, nunca sente em um banheiro público"
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.
Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ....
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu....! O rolo está vazio...! (sempre)
Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com o bumbum à mostra!
Nesse momento, você vê o teu "carinha" que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?"
pergunta ele.
Você se limita a responder
"A fila estava enorme"
E esta é a razão porque as mulheres vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
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